quarta-feira, 7 de outubro de 2015

HERBERT LUCENA E SUA MÚSICA NORDESTINA BRASILEIRA






O cantor e compositor pernambucano Herbert Lucena, 49 anos, que nasceu em Recife, mas passou toda sua infância e adolescência em Caruaru, no Agreste do estado, conquistou três prêmios - Melhor Projeto Visual, Melhor Álbum e Melhor Cantor Regional - na 23ª edição do Prêmio da Música Brasileira (MPB 2012). 

A cerimônia - realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro - homenageou o cantor, violonista e compositor brasileiro João Bosco, que completou 40 anos de carreira. 

Lucena concorria a quatro indicações, todas por conta do álbum “Não me peçam jamais que eu dê de graça aquilo que eu tenho pra vender”, pré-lançado em dezembro do ano passado, nas versões CD e vinil duplo pelo selo Coreto Records, do próprio artista. “Esse disco é um resumo das minhas influências, quando convivi com alguns mestres da cultura nordestina, como Tavares da Gaita, Azulão e Walmir Silva, além dos já imortalizados Jacinto Silva, Jackson do Pandeiro e Ary Lobo, os quais fazem parte da minha trajetória artística”, disse.

O ex-integrante da Má Companhia, banda de rock do Recife, enveredou pelo coco e garante não se identificar com a música de massa, por isso prefere compor e cantar o que gosta. “Minha base é o coco, não tenho como fugir disso, nem quero. Nesse último disco eu exploro outros ritmos brasileiros, como a ciranda, o samba matuto, o boi de bandeira, o maxixe, o baião e a cantoria, mas assim como no meu primeiro trabalho ‘Na pisada desse coco, de 2004’, o coco é o ritmo que prevalece”, garante Herbert.

O título curioso e ao mesmo tempo divertido do novo trabalho de Herbert Lucena “Não me peçam jamais que eu dê de graça aquilo que eu tenho pra vender”, vem, segundo ele, de uma frase dita pela atriz Cacilda Becker, durante uma entrevista a uma emissora de televisão, e também faz uma homenagem aos violeiros da região que, na visão do artista, nem sempre têm o reconhecimento financeiro merecido.

A seguir tem um link dele:
https://www.youtube.com/watch?v=E0iSKPu45-Q


Disponivel em http://ne10.uol.com.br/canal/interior/agreste/noticia/2012/06/14/herbert-lucena-vence-tres-categorias-e-e-destaque-no-premio-mpb-2012-348643.php

A MÚSICA DE ALMÉRIO




Almério, 34 anos, nasceu em Altinho e vive há anos em Caruaru. Em 2004 passou a acompanhar a banda de pífanos Zé do Estado, após o início da carreira cantando em bares e atuando em peças teatrais da cidade. Com seu belo timbre vocal e performance provocativa, influenciada pelo teatro, aposta na força da canção e apresenta um trabalho autoral com muita personalidade.

Ele está concorrendo ao natura musical. Conheçam o seu trabalho e votem nele.



COM VOCÊS FERNANDA GUIMARÃES!!!




Com uma relação junto à música estruturada no prazer de tocar e cantar, a intérprete e compositora alagoana Fernanda Guimarães chega aos seus treze anos de carreira confirmando a leveza como um dos benfeitos que trouxe consigo nessa trajetória. Inquieta, a artista sempre se preocupou com a diversidade de seu trabalho e, desde o início de sua carreira, está relacionada a diferentes experiências, que a propiciaram tanger ritmos como a MPB, Samba, Pop Rock, Blues, Jazz e Rock´n Roll. Guiada pelo que pulsa, em si e no outro, a cantora carrega em sua bagagem musical influências que vão do timbre marcante de bandas como Pearl Jam, Alice in Chains e Led Zepellin, até a música brasileira, em sua infinidade sonora, como Criolo, Caetano, Djavan, Cris Braun, Mácleim, Júnior Almeida, entre outros. É dessa mistura, e muito mais, que Fernanda se desenrola hoje, tocando ao lado de China (percursionista) e Ykson Nascimento (Baixo), com a banda A3, embalando as noites de Maceió na pegada do Rock, Pop Rock e Samba/Rock.

A cantora coleciona ainda algumas apresentações de Jazz, lotadas e aclamadas pelo público, em um dos principais pontos de reunião desse nicho em Maceió, o RexBar. Ao passo que Fernanda solidifica a sua carreira e ganha cada vez mais espaço em outros estados, planeja ainda o seu segundo CD, que deve imprimir todas as transformações que sua música sofreu nos últimos anos. Frenética, sempre em busca do que emociona, o comprometimento que despeja em sua arte cativa e, chega antes, assim como a harmonia, requinte e inteligência que tanto preza. Em 2010, durante o período em que morou no Rio de Janeiro, teve seu primeiro CD lançado pela Saladesom Records – selo do músico e produtor André Agra, que também assina a direção musical, produção, arranjos e mixagem do disco. Com músicas já conhecidas de seus shows, como “Desabafo”, “Tudo Embora” e “Sobre o Mar”, o CD mostra uma faceta mais calma da cantora. Sucesso de público e crítica, Fernanda realizou algumas apresentações do show na cidade. Entre elas em oportunidades como no projeto “Virada Cultural do Rio e Janeiro”, na praia de Copacabana, além do pocket-show e noite deautógrafos, na Livraria Saraiva. A experiência do primeiro CD resumiu 10 anos de carreira da cantora, ao mesmo tempo em que abriu seus caminhos para outras referências de uma nova escola artística, e outros projetos.

Em 2011, no Espaço Acústica, ainda no Rio de Janeiro, Fernanda Guimarães abriu o show de lançamento do segundo disco do cantor carioca João Pinheiro, que faz um dueto com a cantora em Verbo Livre, na faixa “De Qué Callada Manera”. Durante o amadurecimento de sua carreira, a cantora participou de festivais como CANTACUT, em São Paulo; FEMUSIC, em Maringá; e também já abriu o show de diversos artistas nacionais como Maria Rita, em 2009; Vanessa da Mata, em 2007; e Flavio Venturini, em duas ocasiões, 2007 e 2008. Em setembro de 2011, Fernanda Guimarães participou do Maceió Music Festival (MMF) com o show Verbo Livre, e contou com a direção musical de Fabinho Oliveira. No mesmo ano, a cantora se uniu à Irina Costa, no projeto SAWABONA – Sons da Paz, no Natal. Já em 2012, seguiu com o projeto da sua turnê carreira solo, e esteve à frente da banda de Rock Pop Zero82, e do projeto Rasgando o Couro – Rock Maracatu, sucesso de público nas casas de shows de Maceió, que chegou a abrir shows para a banda Titãs.

Disponível em http://www.fernandaguimaraes.com.br/#perfil

NOVOS ARTISTAS DO BRASIL - O ALAGOANO JÚLIO UÇA




Sobre Julio Uçá

Júlio Uçá estreou no cenário alagoano com a música “Moreninha”, de sua autoria, no Festival de Música do SESC de Alagoas: o FEMUSESC-AL 2003. Desde então participou de vários projetos pelo Nordeste: Projeto Jaraguá Cultura e Negócios (Maceió/2003), Feira da Música (Fortaleza/2006), Projeto Circulação SESC Música Alagoana (Maceió/2008) e o Projeto Misa Acústico (Maceió/2008). Júlio tocou em outras três edições do FEMUSESC-AL e em 2008 venceu o festival com a música “Cabelo de Mola”, um de seus maiores sucessos. No mesmo ano, representou o Estado de Alagoas no evento nacional do SESC, o Festival de Música Cidade Canção (FEMUCIC), em Maringá, e passou pelo Sudeste do Brasil com algumas apresentações na capital paulista.

Com influências de Zeca Baleiro, Frejat e Adriana Calcanhoto, Uçá compõe suas músicas no melhor estilo MPB, usando diferentes influências rítmicas a cada canção, abrangendo temas variados, normalmente inusitados; do amor presente no cotidiano urbano, ao lúdico/imaginário que nos convida a imaginar cenários com fácil apelo pop. Hoje, uma das grandes apostas na nova geração de músicos alagoanos, Júlio consegue unir personalidade, belas melodias da tradicional música popular brasileira, com um tom de voz suave e exótico.
No início de 2012, a canção Descolorar de sua autoria foi selecionada em meio a quase duas mil canções no concurso nacional “Novo Compositor” da cantora Preta Gil, classificando-se em quarto lugar.

Em 2014, lançou nas plataformas digitais seu primeiro disco “Cabelo de Mola”.  O álbum leva o nome da música que projetou sua carreira além do Nordeste e, em junho de 2015, o cantor e compositor irá representar Alagoas e o Brasil na terceira edição do maior festival de artes internacional nos Açores - AZORES FRINGE - na ilha de Pico, em Açores, Portugal.

Informações para a imprensa:
Roseanne Café
roseannecafe@gmail.com
+55 11 98620.4444

Disponível em http://juliouca.com/perfil.php acesso em 07/10/2015

PARTITURA DE TICO TICO NO FUBÁ


Bom dia amigos.

Estou compartilhando aqui a partitura de Tico tico no fubá, clássico choro de Zequinha de Abreu e Eurico Barreiros.

Abraço.


VÍDEO - CLASSIFICAÇÃO DOS INSTRUMENTOS MUSICAIS



BOM DIA.
NESTA POSTAGEM ESTOU COLOCANDO UM VÍDEO QUE MOSTRA OS INSTRUMENTOS EM IMAGENS E OS SEUS SONS.

CLASSIFICAÇÃO DOS INSTRUMENTOS MUSICAIS

Bom dia amigos.

Falaremos da classificação dos instrumentos musicais.

Vamos apresentar primeiramente a classificação segundo o sistema Hornbostel-Sachs de classificação de instrumentos musicais. Segundo esta classificação os instrumentos são divididos em:

1) CORDOFONES - são os instrumentos de cordas dedilhadas, percutidas ou friccionadas. O som só é produzido com a execução das cordas.
Temos como exemplos: o violão, o banjo, o piano, o violino, o violoncelo etc.
2) AEROFONES - são os instrumentos onde o som é produzido pelo ar que passa por eles. Podem ser os instrumentos de sopro como as madeiras (flauta, fagote, clarinete etc) e os metais (trompete, trombone, tuba etc) e também se incluem nesta classificação os instrumentos em que o ar é produzido por outros mecanismos como no caso da sanfona ou acordeon.
3) MEMBRANOFONES - são instrumentos de percussão onde o som é produzido batendo em sua membrana ou pele com as mãos diretamente ou com baquetas. Eles podem ser de som definido ou indefinido. São eles o tambor, a caixa, o pandeiro e o tamborim (som indefinido) e o tímpano (som definido).
4) IDIOFONES - também são instrumentos de percussão só que o som é produzido diretamente no corpo do instrumento. São exemplos o triângulo, os pratos, as castanholas, o agogô, o xilofone etc.
5) ELETROFONES - são aqueles que tem o seu som gerado graças a energia elétrica como o piano elétrico, a guitarra elétrica e o contra-baixo elétrico.